Sempre achei que coelhos não conseguissem distinguir cores. Mas como explicar a obsessão de Chérie com a vassoura vermelha, meu Havaianas vermelho e a calça do meu pijama num tom de rosa choque?!?! O mais incrível, testei uma vassoura de cor diferente, ela veio, deu umas voltas na vassoura, mas não pareceu se importar, fato que não ocorre com a vassoura vermelha, ela rosna, morde, da chutes e fica muito estressada. Agora não posso mais usar um dos meus pijamas, Chérie me persegue, fica dando voltas nas minhas pernas, rosna para a calça, e na maioria das vezes ela quase me derruba. E quando abaixo para falar com ela, isso ainda usando a tal calça rosa choque, ela resmunga e parece estar chateada, como se quisesse me dizer - eu quero carinho, mas não gosto da calça do seu pijama. E para piorar mais ainda, tem chovido muito, e há alguns dias que não a deixo sair para o quintal, pois tem permanecido molhado por causa das chuvas constantes. Resultado disso, uma coelha com TPM aguda.
Cada dia, um acontecimento...minha coelhinha sempre me surpreende! - casos engraçados, outros nem tanto...relato da minha vida com Chérie!
Bem vindo!
Você que me visita, sinta-se em casa! Se tem um animal que também apronta boas travessuras e te faz sorrir todos os dias, deixe seu relato. Se tem um coelhinho e ele se parece com minha Chérie, deixe também seu comentário!
Ma Chérie + eu!
Foto do dia 23/08/2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
Chérie viajante!
Decidi levar Chérie comigo para o final de semana prolongado, ainda não comprei a caixa de transporte, e isso foi um problema. Chegando a rodoviária, de lacinho na cabeça, e guia rosa, causou maior alvoroço. Todos queriam ver, tocar. Já na cabina, o vendedor "torceu o nariz", antes de comprar a passagem, perguntei ao vendedor se ela poderia viajar comigo em meu colo. Como eu já esperava, a resposta foi não, mas não me dei por vencida, ela é pequena e fica quietinha, o fiscal foi chamado, e o charme de Chérie convenceu a todos, ela passou a viagem toda, quietinha feito uma "mocinha". Não fez bagunça, não reclamou, até me pareceu gostar. Ao chegar, Chérie estava exausta, arrumei suas coisas, e o cansaço foi tanto que nem quis comer, examinou o novo ambiente, escolheu um local e foi tirar uma soneca!
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Fita Crepe de novo Chérie?!?!?
Chérie estava brincando no meu quarto, corria por todo lado, subia e descia da cama, entrava debaixo da cama e saia, corria feito doida atrás das cortinas. Estava demorando, bagunceira, Chérie começou a destruir a caixa que fica escondidinha la no cantinho do quarto, a paz acabou. Notei movimentos estranhos, além da destruição padrão, me debrucei na beira da cama e fui olhar qual o problema com Chérie, ela estava assustada, dava pulos estranhos, corria de um lado para o outro com o rabinho encolhido. Meu Deus, será que algum bicho entrou aqui e picou Chérie? - Pensei! Rapidamente desci da cama e corri atrás de Chérie, enfim consegui segurá-la, peguei no colo e examinei toda. Bem feito! - eu disse, quem mandou ir fuçar onde não lhe interessa. Ao tentar destruir a caixa, um pedaço de fita crepe colou em sua patinha e ela se viu doida. Dei risada, com dor no coração pedi desculpas e num só puxão, retirei a fita que, como era de se esperar, não veio só, com ela um tufo de pêlo da patinha de Chérie. A bicha é sem vergonha, não demorou muito, e la estava Chérie outra vez!
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Ahhh Chérie, sua falsa!
Hoje cheguei em casa, tinha deixado Chérie do lado de fora pra tomar um solzinho, respirar um pouco de ar puro, e de quebra livrar a casa da bagunça. Havia passado no mercado e comprado bananas, algumas verduras e achocolatado. Enfim, entrei, e do portão vi Chérie deitadinha num cantinho, toda esparramada. Abaixei pra falar com ela e até me surpreendi com a rapidez que Chérie se levantou e veio correndo em minha direção. Achei lindo, nossa, vem pra mamãe filhota. E quando me dei conta, Chérie estava dentro da sacola, tentando pegar a banana, sem vergonha, sentiu o cheiro e veio correndo. Muito falsa, o interesse dela não era bem em mim, mas no que eu trouxe da rua, a banana. Pois é, trocada por uma banana, paciência!
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
A maldade do ser HUMANO me enoja!
Ao ler o post no blog da Geisa, o sentimento de revolta que tomou conta do meu coração chegou a ser sufocante. Não consigo conceber a idéia de que existam pessoas nesse mundo tão cruéis e desgraçados a ponto de cometer tal ato. Mas graças ao bom Deus, existem, mesmo que poucas, pessoas boas que se importam, que ajudam, que se dedicam a fazer deste mundo um lugar melhor. Já fiz minha contribuição, mostre que você também se importa, ajude mesmo com pouco, para essa linda criatura, será muito. Devolverá a ela o direito que lhe foi tomado. O de andar!
Post original do blog Um Novo Tempo (http://geisamarialopes.blogspot.com/)
AJUDEM, É URGENTE!!!
Pessoas de qualquer lugar do Brasil podem ajudar, mas principalmente, você, que é de Salvador!
É na nossa cidade que isso acontece, pra ajudar, não precisa muito, apenas um coração solidário.
Mimi é uma gatinha vítima de violência: arrancaram as duas patas traseiras dela à golpe de facão e
a jogaram na rua para morrer de fome, sede e frio . Com a glória de Deus, ela foi resgata pela equipe
da ABPA que, prontamente, encaminhou-a para o abrigo. Lá a pequena recebeu tratamento contra
sarna, vermifugação e medicamentos para tratar o ferimento. Entretanto, as patinhas dela não
cicatrizam devidamente. Vira e mexe elas voltam a sangrar e isso estava sendo bastante
desesperador. Procurou-se um médico especialista e ele explicou que, quando ela anda com
as patinhas dianteiras, por vezes, ela atrita os ferimentos das traseiras no chão e isso dificulta
a cicatrização.
O médico deu como opção para reversão do quadro a colocação de próteses, que trariam de volta
a possibilidade dela correr, brincar, pular, enfim, ser uma gatinha 100% saudável. Porém, o valor
de cada uma das próteses é de US$ 400,00 (elas são importadas!) fora o processo cirúrgico para
a colocação delas.
Atualmente, essa gatinha carinhosa está na casa de uma das voluntárias da ABPA que, infelizmente,
não tem esse dinheiro para custear tal aparelho. Até porque, os voluntários da ABPA precisam ter
como foco principal o Abrigo São Francisco de Assis, lar de mais de 400 animais que precisam comer,
que adoecem, enfim, precisam de cuidados especiais. Por isso, inicia-se uma campanha para
arrecadar fundos para ajudar Mimi a ser uma gatinha mais feliz.
Caso você possa ajudar, deposite qualquer valor nas contas da ABPA.
BANCO BRADESCO - Agência: 3557-2 Conta Poupança 503091-9
BANCO DO BRASIL - Agência 4278-1 Conta Corrente 90517-8
Veja esse e outros casos em: http://www.abpabahia.org.br/
Chérie(1) X Barata(0)
Depois do sustinho com a lagartixa, eis que Chérie me surpreende mais uma vez. Cheguei em casa, como de costume, deixei minhas coisas no quarto, voltei para alimentar a estressadinha da coelha. Ambiente anormal, bagunça em exagero. Como conheço Chérie, observei mais um pouco e analisei o ambiente bagunçado para tentar entender o que foi feito ali. O pote de verdura estava debaixo da casinha e a comida espalhada, dentro da casinha um mafuá, continuei olhando em volta, o pote de água derramado, o pote de ração do outro lado do corredor, uma barata? Uma barata estava lá, tendo espasmos próximo ao W.C. E Chérie lá da porta me olhando. Continuei pensando mais um pouco e...Chérie lutou com uma barata, e pro desespero da barata, ela não teve medo e defendeu seu território, ainda não sei como ela atordoou a barata, mas espero que não tenha usado os dentes.
E a Gambá se foi...Será que está bem?
Depois de duas semanas, Pequenininha (a/o Gambá) foi devolvida à natureza. Deixei ela dentro da caixinha mesmo, no alto de uma árvore, dia lindo de sol, próximo havia varias arvores frutíferas, fome ela não passaria. Cheguei em casa, como de costume, fui tratar da fome de Chérie, só que agora não precisava mais me preocupar com a entrada de Chérie no local onde a/o gambá ficou. Chérie feito um agente da CIA procurava em todos os cantos, farejando feito um cão de aeroporto. Sem sucesso, pequenininha já não estava mais lá. Mas como tudo na minha vida tende a um drama natural, ao cair da noite, com ela uma tremenda tempestade, o coração ficou apertado, não tive como não pensar na/no pobre gambá. Será que está bem? E a chuva só fez piorar, rajadas de vento. Nem consegui dormir direito de preocupação. Na manhã seguinte, voltei ao local, a caixa apesar de ter sido bem presa, não resistiu ao vento e caiu. Verifiquei a caixa que estava ensopada, mas Pequenininha não estava mais lá. Um amiga tentando me consolar, mas confesso, fiquei mal. Não sei onde está agora, mas espero que esteja bem! :(
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